Eu naõ tenho o tempo meu amor,
muito menos o roxo cítrico da esperança,
não pude pausar a minha vida,não,
muito menos deitar-me com a poesia,
o Sol lá fóra sei que me chama
mas ainda sou mar,amor...
Mar
inconstante
inquieto
revolto,
inseguro,
de águas turvas,sombrias,
de uma Paz explicita
de tamanha solidão,meu amor...
E o tempo se faz em saudade,
em muitas vezes melancolia,
braços abertos ao vazio
sem te abraçar,meu amor...
Não me consolo,não,
em te levar,ofertar,
Rosas de Novembro meu amor...
_Maxuel Scorpiano_
09.11.2013/ás13:49H
Um comentário:
Como sempre, td de muito bom gosto, amo seus poemas, alias amo td q. vem de vc.!!bjss
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